  O "terrível balanço" hoje divulgado pela federação aponta para um total de 137 jornalistas e trabalhadores da comunicação social mortos em 2009, dos quais 113 foram assassinados, "um dos números mais elevados registados até hoje", e 24 são mortes acidentais.
 Os países mais perigosos para os jornalistas são as Filipinas, o México e a Somália, segundo a organização baseada em Bruxelas.
 A região mais mortífera é Ásia-Pacífico, com 51 profissionais da comunicação social mortos, 38 dos quais nas Filipinas.
O Iraque registou uma das evoluções mais positivas, com o número de mortos a cair de 16 em 2008 para 5 este ano.
Em comunicado hoje divulgado, "a FIJ apela aos governos e às Nações Unidas para que reforcem as acções de protecção dos jornalistas", em particular nas zonas de conflito.
O balanço anual da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), também hoje conhecido, indica que 76 jornalistas foram mortos no exercício da profissão em 2009, mais 16 em relação ao ano anterior.
De acordo com o documento da organização, 2009 será recordado como um dos anos mais dramáticos de sempre, especialmente devido ao massacre de 30 jornalistas levado a cabo por uma milícia privada de um governador das Filipinas.
Além disso, 2009 foi ainda o ano em que se registou o maior número de agressões e ameaças a estes profissionais, assim como sequestros e actos de censura.
Por outro lado, 570 meios de comunicação foram censurados, mais 217 em relação a 2008: 197 no Médio Oriente, 162 na Europa, 104 na Ásia, 80 em África e 27 na América.
As guerras e as eleições foram as principais ameaças aos jornalistas em 2009.
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Destak/Lusa
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